Precificação

Tabela de Preços do Audiovisual 2026: Quanto Cobrar

Veja a tabela de preços do audiovisual 2026: mediana de R$ 1.400 em 751 projetos reais e a escada de preço por nível e porte de cliente.

AM
Andres Martinez
1 de set. de 202617 min de leitura
Tabela de Preços do Audiovisual 2026: Quanto Cobrar

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Publicado: 1 de setembro de 2026 | Última atualização: 1 de setembro de 2026 | Tempo de leitura: 14 min

Autor: Andres Martinez, co-fundador da Filmly.

Revisão editorial: equipe Filmly. Todos os números desta página vêm de propostas reais registradas na plataforma, com corte em 26 de agosto de 2026.

Guia revisado a cada trimestre, junto com o Índice. Encontrou um dado errado? Escreva para editorial@filmly.com.br.

A tabela, direto ao ponto

Quem procura "tabela de preços do audiovisual" quer um número para se ancorar. Aqui está o que existe de verdade, medido em 751 propostas com preço definido por profissionais brasileiros entre abril e agosto de 2026:

O que os dados mostramValorAmostra
Mediana nacional por projetoR$ 1.400n=751
Metade dos projetos fecha entreR$ 750 e R$ 2.900p25 e p75, n=751
Iniciante (mediana)R$ 950n=73
Intermediário (mediana)R$ 1.500n=231
Avançado (mediana)R$ 2.550n=100
Cliente pequeno (mediana)R$ 1.100n=147
Cliente médio (mediana)R$ 1.860n=83
Cliente grande (mediana)R$ 3.297n=31

Esses números não vêm de tabela de sindicato nem de pesquisa de opinião: vêm do que profissionais reais colocaram em propostas reais, e são publicados com metodologia aberta no Índice Filmly de Preços. Trabalhamos sempre com mediana, nunca com média, porque a média é inflada por um punhado de projetos grandes e criaria expectativa falsa para quem está começando.

Este guia faz o que uma tabela sozinha não faz: mostra como transformar essas referências no SEU preço, disciplina por disciplina, e por que a maioria dos profissionais cobra menos do que deveria sem nunca ter testado o próprio teto.

Neste guia:

Guias relacionados: Como Fazer Orçamento de Vídeo · Quanto Cobrar por Vídeo Institucional · Quanto Cobrar por Ensaio Fotográfico · Como Conseguir Clientes no Audiovisual

Por que não existe tabela oficial (e o que existe no lugar)

O audiovisual brasileiro não tem tabela de honorários oficial. As associações da categoria não publicam valores abertos, e a única tabela institucional viva no país, a da ARFOC-RJ, vale para fotojornalismo, não para o mercado de vídeo e foto comercial. Nem por recorte a coisa melhora: o material do SEBRAE para fotógrafos, por exemplo, reconhece textualmente que não existe pesquisa nacional unificada de ganho por hora na fotografia.

Isso explica por que as "tabelas de preços" que circulam em blogs e grupos são, na prática, opinião: alguém compilou valores que viu por aí e publicou como se fosse mercado. O problema não é má fé, é ausência de dado.

A alternativa honesta é medir. O Índice Filmly de Preços publica o que os profissionais efetivamente colocaram em 751 propostas com preço, com metodologia aberta, piso mínimo de 30 observações por recorte e revisão trimestral. É a fonte de todos os números desta página, e o motivo de este guia não trazer "tabela por tipo de serviço": a amostra por serviço ainda não sustenta uma mediana honesta, e publicar precisão inventada é exatamente o que criticamos no parágrafo anterior. O recorte por serviço entra numa próxima atualização do Índice, quando os dados aguentarem o peso.

As duas escadas que definem seu preço

Dentro da faixa nacional, dois fatores movem o preço mais que qualquer equipamento. E a ordem deles surpreende a maioria.

Escada 1: seu nível

Nível declaradoMediana do preço cobradoAmostra (n)
InicianteR$ 95073
IntermediárioR$ 1.500231
AvançadoR$ 2.550100

Diferença entre as pontas: 2,7x. Entre o iniciante e o avançado não há uma câmera de diferença, há repertório, previsibilidade de entrega e capacidade de dizer não. A escada é o argumento definitivo contra copiar preço de colega: se vocês estão em degraus diferentes, o número dele não serve para você.

Escada 2: o porte de quem contrata

Porte do clienteMediana do preço cobradoAmostra (n)
PequenoR$ 1.100147
MédioR$ 1.86083
GrandeR$ 3.29731

Diferença entre as pontas: 3,0x. Leia de novo: a escada do CLIENTE é mais inclinada que a sua. O mesmo trabalho vale uma coisa para a loja do bairro e outra para uma empresa com orçamento de marketing aprovado, porque muda o risco, o número de aprovações, a exigência contratual e o uso do material.

A pergunta mais valiosa da sua próxima conversa comercial: "isso é para a empresa toda ou para um projeto pontual?". Descobrir o porte antes de dizer o preço mexe mais no seu faturamento do que qualquer upgrade de equipamento.

O método em 4 passos

A tabela dá a referência; o preço certo sai de um cálculo. A ordem importa: custo primeiro, mercado depois.

Passo 1: some seus custos reais. Os diretos de cada projeto (deslocamento, equipe, locação, aluguel de equipamento) e o rateio dos fixos mensais (depreciação, software, internet, marketing, contador) dividido pelos projetos que você entrega por mês.

Passo 2: calcule seu piso.

Preço mínimo = (Custos Diretos + Custos Indiretos) × (1 + % Impostos) × (1 + % Margem)

O resultado é o número abaixo do qual você paga para trabalhar. Não é o seu preço: é o seu chão.

Passo 3: posicione contra as escadas. Pegue a linha do seu nível (R$ 950 / R$ 1.500 / R$ 2.550) e cruze com o porte do cliente daquele projeto. Se o seu piso calculado está acima da sua linha de mercado, o problema é de custo ou de posicionamento, e é melhor descobrir isso antes de mandar a proposta.

Passo 4: escreva o escopo junto com o número. Preço sem escopo é convite para comparação injusta. Diárias, entregáveis, revisões incluídas, prazo e licença de uso, tudo no papel. O guia de orçamento mostra a estrutura completa, e a calculadora de preços da Filmly faz o cálculo do piso e da faixa em minutos, com a decisão final sempre sua.

Quem quiser ver o método aplicado de ponta a ponta, com planilha de custos e exemplo numérico completo, encontra no guia de precificação de ensaio fotográfico: a lógica é a mesma para qualquer disciplina.

Hora, diária ou projeto: qual modelo usar?

O modelo de cobrança muda a conversa antes de mudar o número:

ModeloFunciona bem paraO risco escondido
Por projeto / pacoteInstitucional, ensaios, casamento, peças com escopo definidoEscopo mal escrito vira trabalho de graça; o pacote exige entregáveis no papel
Por diáriaCaptação de eventos e coberturas, onde o tempo é o próprio escopoEsquecer que a diária de captação carrega horas de pós que ninguém vê
Por horaConsultoria, tratamento avulso, demandas imprevisíveis e recorrentesPune quem é rápido: sua eficiência vira desconto involuntário
Pacote recorrente (mensal)Conteúdo para redes, edição contínuaPrecificar pelo vídeo unitário e esquecer pauta, planejamento e legendas

A regra prática: cobre por projeto sempre que conseguir descrever a entrega, e reserve hora e diária para quando o escopo realmente não fecha antes de começar. O modelo por projeto é também o que melhor carrega as duas escadas deste guia: o mesmo pacote pode (e deve) custar diferente conforme o porte de quem contrata.

Quanto cobrar em cada disciplina

Não existe mediana publicável por serviço ainda, mas cada disciplina tem seus próprios motores de preço. O que muda de uma para outra:

Videomaker e filmmaker

O preço se monta por diária de captação mais horas de pós, e a pós é quase sempre subestimada. Projetos com roteiro e direção valem mais que registro simples do mesmo tempo de duração. Guia completo da profissão: videomaker.

Fotógrafo

A quantidade de fotos tratadas é o custo invisível: 20 e 80 fotos editadas são propostas muito diferentes com a mesma hora de sessão. Uso comercial das imagens é linha separada do orçamento. Guia da profissão: fotógrafo, e método completo em quanto cobrar por ensaio.

Editor de vídeo

O volume de material bruto pesa mais que a duração final: um vídeo de 3 minutos pode carregar 3 horas de decupagem. Pacote mensal (comum em redes sociais) troca preço unitário menor por previsibilidade. Guia da profissão: editor de vídeo.

Motion designer

Complexidade e duração da peça mandam: um lower third e um explicativo de 90 segundos com roteiro são produtos de ordens diferentes. Animação 3D é outra especialização, com outro preço.

Piloto de drone

Diária de voo mais planejamento. Projetos com exigência de autorização, múltiplas locações ou entrega em 4K com edição sobem de faixa. A captação aérea costuma entrar como adicional no orçamento de outro profissional: precifique a sua parte, não deixe que ela seja "cortesia" do pacote.

Criador de conteúdo

O modelo dominante é o pacote recorrente (volume mensal de vídeos), e o erro clássico é precificar pelo vídeo unitário sem contar planejamento, pauta e legendas. Recorrência justifica desconto sobre o unitário, nunca desconto sobre o seu custo.

Para o institucional, o serviço mais pedido pelas empresas na plataforma, o raciocínio completo com faixas por duração está no guia de vídeo institucional.

Como apresentar o preço sem perder o cliente?

O número certo apresentado errado morre na caixa de entrada. Três práticas que mudam a taxa de fechamento sem mudar o preço:

Ofereça três opções, não uma. Essencial, Profissional e Premium. A opção de cima existe para ancorar: ela faz a do meio parecer um bom negócio, e de vez em quando alguém a escolhe. Uma proposta de opção única transforma a conversa em "sim ou não"; três opções transformam em "qual".

Mande proposta, não número solto. "R$ 1.800" numa mensagem de WhatsApp compete com qualquer número menor que chegue depois. Uma proposta com escopo, entregáveis, prazo e portfólio junto compete em valor. A estrutura completa está no guia de orçamento.

Responda objeção de preço com escopo, não com desconto. Se o cliente diz que está caro, a pergunta certa é "o que faria esse valor funcionar para você?". Muitas vezes ele precisa de menos entregáveis, e aí o preço cai JUNTO com o trabalho. Baixar o número mantendo o escopo é pagar para trabalhar; ajustar os dois é negociação.

O erro de 2 em cada 3 profissionais

O dado mais importante do Índice não é a mediana, é este: 66,6% das propostas saem abaixo do mínimo recomendado pela calculadora para aquele mesmo projeto (485 de 728, corte de 26/08/2026), com desconto mediano de 46,3% contra o piso. E 45,2% ficam abaixo até do cenário mais econômico.

Quando a Filmly pergunta o motivo da mudança de preço, a resposta dominante, em 46 de 87 casos, é "o cliente não pagaria". Os outros motivos, bem atrás: "já tinha combinado antes" (15), relacionamento com o cliente (11), "achei alto para o meu nível" (10) e mudança de escopo (5). Repare no tempo verbal do campeão: não é "não pagou". É uma previsão, feita antes de mandar o orçamento, quase nunca testada com um não de verdade.

A consequência prática cabe numa regra: mande o número e espere a resposta. A recusa é informação valiosa (você descobriu o teto daquele cliente); o desconto preventivo é um palpite que sai do seu bolso. E se for ceder, ceda com contrapartida: menos entregáveis, prazo maior, uso mais restrito. Desconto sem contrapartida ensina o cliente a pedir de novo.

Impostos: o que entra na conta antes da margem

Os impostos entram na fórmula do piso ANTES da margem, e esquecê-los é a forma mais silenciosa de trabalhar mais barato do que você pensa. O regime define o percentual: o MEI recolhe um valor fixo mensal, e o Simples Nacional aplica alíquota sobre o faturamento que varia por anexo e faixa de receita. Os valores e limites mudam periodicamente; confira sempre a fonte oficial no portal do empreendedor do governo federal e confirme o enquadramento com um contador.

Duas notas práticas: a emissão de nota fiscal é responsabilidade sua junto ao seu município, então o custo de emitir precisa estar dentro do preço desde o cálculo; e se você ainda cobra tudo como pessoa física, o salto para o CNPJ costuma se pagar rápido em projetos com empresas, que muitas vezes só contratam com nota.

Quando subir de degrau na escada?

A escada por nível (R$ 950 / R$ 1.500 / R$ 2.550) não é escada de tempo de carreira, é de posicionamento. Três sinais de que a sua linha de referência já deveria ser a de cima:

  • Sua agenda lota com facilidade no preço atual. Demanda cheia é o mercado dizendo que você está barato. Reajuste no próximo ciclo de propostas, não espere o ano virar.
  • Seu portfólio mudou de categoria de cliente. Se você já entregou para empresas médias, o seu portfólio pode falar com esse público, e a escada de porte (3,0x) passa a trabalhar a seu favor.
  • Você já diz não. Recusar projeto por agenda ou por escopo é o comportamento típico do degrau seguinte. Quem nunca recusa nada está precificando para nunca ser recusado, que é exatamente o padrão do 66,6%.

A subida se executa nos projetos novos, com escopo mais completo, nunca renegociando retroativamente os clientes atuais sem aviso: para esses, reajuste com 30 dias de antecedência e mostre o que mudou no serviço.

Erros de precificação que se repetem

  1. Copiar o preço do concorrente. Custos diferentes, degrau diferente na escada, cliente diferente. O número dele não carrega a estrutura dele.
  2. Esquecer a pós-produção no cálculo. Edição, tratamento e revisões são horas reais. Se não estão no preço, saem da margem.
  3. Não perguntar o porte do cliente. É a variável de maior amplitude (3,0x) e a mais barata de descobrir: uma pergunta.
  4. Cobrar por hora o que devia ser projeto. A hora pune quem é rápido e transforma sua eficiência em desconto involuntário.
  5. Não reajustar anualmente. Inflação, equipamento e portfólio evoluem; preço parado é preço caindo.
  6. Negociar sem escopo escrito. Sem escopo, toda comparação vira "fulano cobra menos", mesmo quando fulano entrega metade.

Fontes e metodologia

  • Todos os valores desta página vêm do Índice Filmly de Preços: 751 propostas com preço definido, geradas na plataforma entre 14 de abril e 26 de agosto de 2026. Medianas, nunca médias; cada recorte publicado tem no mínimo 30 observações; campos declarados (nível, porte) têm preenchimento parcial e por isso o n aparece ao lado de cada linha. Metodologia completa e histórico de versões na página do Índice.
  • Por que não há tabela por serviço nem por cidade: a amostra por serviço e por cidade ainda não atinge o piso estatístico. Publicaremos quando atingir; até lá, a honestidade vale mais que a precisão inventada.
  • Calculadora de Preços da Filmly: a ferramenta gratuita que gerou a série de dados. filmly.com.br/calculadora.

Política editorial: este guia é mantido pela equipe editorial da Filmly e revisado a cada trimestre, junto com o corte do Índice. Última revisão: 1 de setembro de 2026. Encontrou uma imprecisão? editorial@filmly.com.br. Erros de dado são corrigidos e registrados.

Sobre o autor: Andres Martinez é co-fundador da Filmly, plataforma brasileira de gestão para profissionais de audiovisual, e responsável pela base de dados de preços que alimenta o Índice Filmly de Preços.

Próximos passos

Os valores desta página são medianas de mercado observadas na plataforma Filmly, não uma tabela oficial de honorários. Cada profissional tem estrutura de custos, situação fiscal e mercado próprios; a decisão de preço é sempre sua. Este conteúdo não substitui orientação jurídica, contábil ou fiscal profissional.

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Perguntas Frequentes

Não existe tabela oficial para o audiovisual como um todo. As entidades da categoria não publicam honorários abertos, e a única tabela institucional viva é a da ARFOC-RJ, restrita a fotojornalismo. A referência com dados reais do mercado é o Índice Filmly de Preços: mediana de R$ 1.400 por projeto, com metade das propostas entre R$ 750 e R$ 2.900 (751 propostas reais, corte de 26/08/2026).
A referência verificada do audiovisual brasileiro é mediana de R$ 1.400 por projeto, com metade das propostas entre R$ 750 e R$ 2.900 (n=751, corte de 26/08/2026). O seu número dentro dessa faixa depende de três coisas: o escopo do projeto (diárias, entregáveis, pós-produção), o seu nível (mediana de R$ 950 para iniciantes a R$ 2.550 para avançados) e o porte de quem contrata (R$ 1.100 a R$ 3.297).
Quem se declara iniciante na Filmly tem mediana de R$ 950 por projeto (n=73, corte de 26/08/2026), contra R$ 1.500 do intermediário e R$ 2.550 do avançado. Cobrar menos no começo é coerente com portfólio menor, mas o piso é o seu custo real calculado, nunca um número copiado de outra pessoa.
Por projeto (ou pacote) na maioria dos casos: desloca a conversa do tempo gasto para o valor entregue e evita discutir quanto você demora na edição. A diária funciona bem para captação com escopo aberto (eventos, coberturas), e a hora fica para consultorias e trabalhos recorrentes de escopo imprevisível.
Provavelmente não parece: 66,6% das propostas do audiovisual saem abaixo do mínimo recomendado (485 de 728), com desconto mediano de 46,3%, e o motivo mais declarado é uma previsão ('o cliente não pagaria') feita antes de qualquer negociação. Mande o número e espere a resposta real. A recusa é informação; o desconto antecipado é um palpite que custa caro.
Compare com a linha do seu nível, não com a mediana nacional: iniciante R$ 950, intermediário R$ 1.500, avançado R$ 2.550 (corte de 26/08/2026). Depois cruze com o porte do cliente daquele projeto, que sozinho muda a mediana de R$ 1.100 para R$ 3.297. Se o seu preço está consistentemente abaixo da sua linha, o mercado tem espaço acima de você.
O porte de quem contrata pesa até mais que o seu tempo de estrada: nos dados da Filmly, a diferença entre cliente pequeno e grande é de 3,0x (R$ 1.100 contra R$ 3.297), maior que a escada por nível, de 2,7x. Depois vêm o escopo (diárias, entregáveis, revisões), o uso das imagens (licença comercial vale mais) e a urgência.
Pelo menos uma vez por ano, considerando inflação, custo de equipamento e evolução do portfólio, e sempre que o seu serviço mudar de forma tangível (mais entregáveis, novo tipo de tratamento, prazo menor). O Índice Filmly de Preços é revisado a cada trimestre e serve de régua externa para esse reajuste.
AM

Andres Martinez

Co-fundador da Filmly

Co-fundador da Filmly, responsável pela área editorial e de dados da plataforma. Mantém o Índice Filmly de Preços, o levantamento trimestral do que os profissionais de audiovisual brasileiros efetivamente cobram por projeto.

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